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terça-feira, 9 de agosto de 2011

DOWN & LOADED 1º vez em Porto Alegre! CONFIRMADO



DOWN - Phil Anselmo (ex Pantera)
 




LOADED - Duff McKagan (ex Guns n' Roses)
Data:
quarta-feira, 16 de novembro
Local:
Pepsi on Stage - Av. Severo Dullius, 1995
Maiores informações em breve


Fonte: Abstratti

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Corey Taylor Como você nunca viu!!

Cantar covers de bandas é coisa para músicos principiantes!
Será mesmo? Ao que diz respeito ao assunto, o senhor Corey Todd Taylor, tem outra opinião.
Na realidade essa exclamação já caiu por terra, vemos seguidamente músicos renomados no mundo do show bussines gravar discos tributo a grandes nomes póstumos da música ou até mesmo se apresentarem ao vivo com este intuito.
No último dia 05 de Agosto (Sexta-Feira) no Hotel Hard Rock em Las Vegas, Corey Taylor se apresentou ás margens da piscina do hotel, vestindo trajes que lembram claramente o Rei do Rock Elvis Presley. O Frontman do Slipknot/Stone Sour, certamente arrancou aplausos e elogios da platéia que o assistia, não só pela customização, mas também pelo set list apresentado (e pouco provável), nele estavam: “Jessie’s Girl de Rick Springfield, Basket Case do Green Day, About a Girl do Nirvana, Livin’ on A Prayer do Bon Jovi, Panamá do Van Halen, We Die Young do Alice in Chains, MR. Brownsone do Guns e outros.
Corey até tirou uma onda com a platéia: “Todo Mundo aqui tem perguntado se eu ia tocar minhas músicas essa noite. De modo algum! Hoje estou de Folga, hehe!”
E convenhamos o cara tem ótimo gosto musical!
Só para saciar a curiosidade, o show relatado acima faz parte da programação de Hotéis & Cassinos da rede Hard Rock Café (E custaram U$20,00 Dólares, Menos de R$40,00 Reais).
Segue um vídeo capturado por alguém da platéia na hora do show!



sábado, 23 de julho de 2011

Depois da Cracolândia, qual é o próximo passo?


Ontem foi instalada uma Santa na Cracolândia de São Paulo, centro da cidade, pelo artista plástico e fotógrafo Zarella Neto, que nasceu e cresceu no bairro. Segundo ele, a Santa foi instalada naquele local, para ser democratizada. Em suas palavras, “Ninguém enxerga essas pessoas. Elas merecem proteção. Sou cristão e a santa é do povo.” (Fonte: Folha)
Pois bem, não é que, hoje mesmo, usuários de crack quebraram e santa, deixando apenas a lâmpada que a iluminava? Segundo informações, foi quebrada pelos usuários da droga incomodados pela repercussão da obra no local e o intenso acesso da imprensa.
Faz sentido, afinal, fumar crack com um bando de jornalistas do lado deve ser desconfortável, concorda? Além disso, os usuários podem muito bem, através desse ato, ter dito à opinião pública que estão se lixando para a proteção da Santa, pois no calor do vício, o bicho pega, e não é Santa que irá por um fim nessa verdadeira epidemia. E é aí que quero chegar, na transformação do uso de crack, oxy, etc., em uma epidemia trágica.
No passado circulavam por aí drogas que degradavam aos poucos e ao longo do uso, destruíam famílias, transformavam uma pessoa com potenciais infinitos, pensantes, etc., em um meio-ser humano. Agora temos drogas que provocam lesões irreversíveis ao cérebro, debilidade de todos os órgãos, corrosão do sistema respiratório, enjôo e diarréia muito intensa já no início do consumo. No caso do Oxi, a morte pode ocorrer em menos de 2 anos, pelo enfraquecimento completo do corpo. O crack é composto de éter, acetona e bicarbonato de sódio. O oxi, até onde se sabe, de gasolina, querosene e cal virgem.
A minha pergunta é: O que a Sra. Dilma Roussef e os Governantes estaduais têm a dizer sobre essa legião de viciados e de mortos pelas drogas? Quando essa questão vai ser encarada com o devido respeito? Como podemos aceitar a existência de tantas cracolândias em um país em pleno desenvolvimento econômico? Existem na presidência, 33 MINISTÉRIOS. Exatamente. Será que algum desses 33 ilustres ministros (alguns nem tão ilustres, a exemplo do  escândadalo do Ministério dos Tranportes) não poderia fazer algo efetivo pelo uso de drogas desenfreado no Brasil?
Por que ainda não foram destinadas verbas para a construção de hospitais exclusivos para dependentes e contratação massiva de profissionais da saúde preparados para remover as pessoas das cracolândias e conduzi-las para a tentativa de reabilitação? Por que não se buscou ainda um plano nacional de tratamento de dependentes químicos, buscando informações aqui e no exterior para retirar as pessoas desse abismo em que estão?
Uma hora vamos ter que lidar com isso, talvez quando o número de jovens do nosso país diminuir tanto a ponto de não termos mais certeza sobre a continuidade da nossa identidade brasileira.
Você tem informações, notícias e idéias sobre como os dependentes químicos estão sendo tratados aqui no Brasil ou no exterior? Na sua cidade algo está sendo feito? De que forma você acha que o governo poderia se responsabilizar por esse caos que nossa sociedade enfrenta?

sexta-feira, 4 de março de 2011

Alter Bridge pode visitar o Brasil em breve...



Não se anime porque não há data oficial para que a banda Alter Bridge, do guitarrista Mark Tremonti (curtindo a carreira paralela com o também membro de Creed, o baterista Scott Phillips), 37 anos, venha ao Brasil. Mas há esperança: se depender dele, terras tupiniquins estarão na rota do grupo de heavy metal no segundo semestre de 2011, que parte em turnê mundial em 21 de abril, mas primeiro roda os Estados Unidos.
No site oficial da banda, há 22 datas confirmadas até junho com passagens pela França, Reino Unido, Alemanha e Suécia. O CD AB III, do ano passado, chega às lojas brasileiras em 14 de março pela Warner Music. Como o nome sugere, é o terceiro dos americanos e também mais dinâmico e progressivo, com letras mais densas, algo mais conceitual, produzido por Michael "Elvis" Baskette.
Por telefone, em entrevista ao Terra, Tremonti foi meticuloso quando perguntado sobre as chances de a banda tocar no País: "amaríamos tocar aí. Pedimos milhões de vezes para visitar o Brasil, esperamos por essa oportunidade há anos, nem que seja uma pequena estada". Ele disse que o momento é o mais oportuno, já que o quarteto americano estará em turnê até dezembro: "vamos girar pelo mudo inteiro e curtir", exclamou.
"Os fãs são um dos melhores no mundo. Outras bandas que passaram por aí, disseram que foi maravilhoso, que a energia lembra à do público italiano, que para mim foi uma das melhores plateias para as quais já nos apresentamos. Se for como imagino, estou muito ansioso", disse o músico, explicando o porquê tamanha empolgação com nosso País. Sobre música brasileira, ele conhece pouco: "eu era muito fã do Sepultura quando mais novo e gosto bastante do...", com uma ajuda, lembrou da nova banda formada pelos irmãos Max e Iggor, que emprestam o nome ao Cavalera Conspiracy, e disparou: "gosto muito deles".
Quando o Creed terminou em 2004, Tremonti e o baterista Scott Phillips se propuseram montar o Alter Bridge: "queríamos voltar a fazer o que gostávamos. Não havia outra mensagem que não essa. Queríamos voltar!", disse, explicando que a vida foi a grande inspiração do seu projeto paralelo: "tentamos melhorar enquanto músicos e compositores, e isso tem a ver com nossa experiência de vida. Não planejamos nada, só tocamos no dia a dia e vemos as oportunidades surgirem".
Como forma de se aproximar dos fãs, a banda tem gravado os bastidores por onde passa, seja em um programa de TV ou um simples dia da turnê. "É a oportunidade que temos de mostrar como é nossa rotina na estrada, a vida da banda, nossa relação com os outros membros", admite Tremonti. Dan Catullo é quem assina a direção. É dele também um show do grupo disponível em DVD e Blu-ray em Amsterdã. Os episódios estão disponíveis no site da banda.
Sobre o Creed, Tremonti foi reticente, mas os fãs não devem esperar uma volta da banda do hiato intermitente que os persegue, desde que foi anunciado o término e em 2009, com a volta, que culminou em uma turnê e o CD e DVD Full Circle (2010). "Estamos em conversas iniciais sobre um possível retorno para o meio de 2012, com uma turnê no verão (americano)", disse ele, reforçando que este ano ele e os outros integrantes estão tocando projetos paralelos.
Perguntado se tinha alguma coisa acrescentar, ele resolveu reforçar algo que já tinha dito: "Estamos mortos de vontade de ir ao Brasil. Esta é a verdade! Estamos esperando há muitos anos e já pedimos para a nossa agência (de booking) para ver a possibilidade. Estamos muitos ansiosos para tocar aí", disse, lembrando que o público brasileiro é "insano". 

FONTE: TERRA.COM