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Idéias no Tom é um conjunto de visões e impressões, que transitam em muitas mídias. Os textos são fruto de valiosas pesquisas realizadas pelos nossos colaboradores, que buscam unica e exclusivamente divulgar informação de qualidade. Escolha a sua postagem e ligue-se no tom dessa ideia!

Fundindo Ideias!




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O IDÉIAS NO TOM SEGUE O CAMINHO DO COMPROMETIMENTO COM A ORIGINALIDADE , ALÉM DE ABORDAR QUESTÕES DE RELEVÂNCIA MUNDIAL E O QUE ROLA NO UNIVERSO DA BOA MÚSICA, LITERATURA E CINEMA. CADA COLABORADOR DESTE BLOG TEM INTEIRA RESPONSABILIDADE SOBRE O QUE ESCREVE.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Olho do Furacão

Nosso País que empilha pobres e negros em locais fétidos por incrível que pareça não consegue punir Senadores, Deputados e grandes empresários - que gente sofrida!
E não é só isso... se tocarmos nos nomes de Sarney, Padilha, Zé Dirceu (os nomes mais recentes) e não usarmos a palavra "supostamente" iremos presos -e eles, obviamente, impunes!!!
Onde o mundo vai parar?
Pelos menos uma coisa é certa! O que antigamente era considerado segredo de Estado ou ato secreto (época em que o povo não podia saber das falcatruas) hoje está sendo jogado no ventilador, com direito a pizza... Ops, quero dizer pipoca!!!!
Vamos ficar atentos, pois o Senado virou o "Olho do Furacão"!

Tomando na Cuia

O velho "novo" assunto do momento é a privatização das prisões. Hoje um prisioneiro custa para nós em média de R$ 600,00, mas privatizando cada infrator passará a custar R$ 2.000,00. Quem apóia essa idéia?
Uma privatização dessa proporção -na minha humilde cabecinha de porongo- seria bem diferente do que Yeda está querendo proporcionar.
O que todos querem é que cada preso trabalhe para seu benefício. A população quer que o “futuro” infrator não cometa delitos por medo do sistema penitenciário. Não queremos sombra e água fresca, pois como diz o velho ditado:
“Cabeça vazia oficina do diabo”.
Nosso sistema carcerário está em crise a muito tempo e agora querem achar uma saída lucrativa para isso...
O que estavam fazendo nossos representantes do Governo -ou o secretário de Planejamento- que nunca fizeram um planejamento para um problema que se agrava a décadas?
A propósito quanto custa um Brigadiano e um Professor? Aff!!!
E nós vamos continuar tomando na cuia!

domingo, 21 de junho de 2009

O blogueiro José Saramago


José Saramago concedeu uma entrevista publicada hoje pelo jornal argentino Clarín, falando sobre seu livro, que reúne os textos postados em seu blog “Cadernos de Saramago” (veja na nossa lista “Confira estes Blogs”). O livro será lançado no dia 25 deste mês, em um encontro com blogueiros de todo o mundo, em Lisboa. Segundo Saramago, após o crescimento dos blogs "está se escrevendo mais, embora pior". Afirma ainda que "A prática do blog levou muitas pessoas que antes pouco ou nada escreviam a escrever. Pena que muitas delas pensem que não vale a pena se preocupar com a qualidade do que se escreve". O escritor, de 86 anos define brilhantemente esse novo meio de informação na internet: "os sismógrafos não escolhem os terremotos, reagem aos que vão ocorrendo, e o blog é isso, um sismógrafo".

Saramago retrata exatamente a realidade dessa nova ferramenta de comunicação. Confesso que por muito tempo eu nunca pensei em acessar um blog, pela dúvida acerca da confiabilidade na fonte das informações ou na qualidade dos textos postados. Porém, depois de conhecer melhor o processo de elaboração de um blog, percebi que realmente, por ser uma ferramenta totalmente livre, um blog pode ter um conteúdo que colabore pouco ou nada com a movimentação das informações, ou que apresente baixíssima qualidade na escrita, estilo “blog que escrevi para mim mesmo”, ou um tipo de “Querido Diário que quero revelar para o mundo todo”. Por outro lado, se você pesquisar e filtrar todo esse conteúdo, essa liberdade inerente ao blog permite o acesso a informações muito mais focadas e ricas em conteúdo crítico, o que praticamente não encontramos no jornalismo tradicional, em que predomina uma grande variedade de assuntos, impedindo que o leitor se aprofunde nos fatos e reflita sobre o que acontece ao seu redor. No universo blogueiro, o leitor pode escolher um perfil de Blog para poder acompanhar notícias sobre a política brasileira e assim pode ter a certeza de que não vai precisar ver notícias sobre “a ex-BBB Priscila pagando peitinho na balada”, por exemplo. Além disso, um blogueiro escreve o que pensa, honestamente, com bem menos barreiras para expressar suas opiniões, e o melhor de tudo, em primeira pessoa. Na Europa o crescimento dos leitores de Blog é expressivo. Nos EUA, a informação digital provocou o fechamento de Jornais impressos no início do ano. Acredito que a leitura diária de Blogs será uma realidade para a maioria dos internautas em breve no Brasil, o que só vai colaborar com a melhora na circulação das informações nesse país e, quem sabe, em uma reestruturação na forma de fazer jornalismo pelos grandes veículos de comunicação.

Achei ótimas as palavras de Saramago (como sempre) as quais não desqualificaram em nada os blogueiros, afinal ele se inclui nesse grupo, mas apenas instigaram essa legião de escritores a comprometer-se com a qualidade, no momento que se quer assumir a responsabilidade de lançar idéias e formar opiniões, em grande escala.

Parábolas da vida real (postado no Banheiro Feminino em Junho)

Um garoto de classe média, estudante de uma boa escola, que morava em um bom apartamento, família estruturada, conforto, etc., estava andando em uma rua da cidade com seus amigos, quando viu um mendigo. O mendigo olhou para o garoto, e, estendendo a mão, lhe pediu um trocado. O garoto então, para dar umas boas risadas disse: “eu não tenho nada meu amigo, sou estudante! Na verdade queria perguntar a você se não teria um dinheirinho pra me emprestar??” Os amigos, do garoto seguraram o riso, e o mendigo, com um olhar bondoso e honesto, colocou a mão no bolso e disse: “dinheiro eu não tenho moço, mas tenho este pão, você quer a metade?”

Essa história, cumpre a promessa que tinha feito de escrever algo que mostrasse porque ainda devemos ter esperança nas pessoas (comentar os acontecimentos no Congresso tava deixando o clima pesadíssimo). É uma história real, pois conheço alguns dos personagens. Inclusive, presenciei algo semelhante ontem, quando vi uma moradora de rua oferecendo um pão para um mendigo idoso. São exemplos de compaixão, um bom começo para mudar as coisas. Pensar em grandes feitos, só faz com que permaneçamos inertes, pois tudo parece “tão difícil de ser feito”. Pequenas coisas fazem muita diferença...

Por exemplo, você já entregou um agasalho nos postos de coleta? Já levou um pouco de comida para aquele morador de rua que está na calçada perto da sua casa? Ou no hospital perto da sua casa, não há um espaço para entregar um pequeno brinquedo para uma criança internada?

O QUE VOCÊ ACHA DE UM PEQUENO GESTO SOLIDÁRIO UMA VEZ POR SEMANA?

Pequenos atos de compaixão deveriam fazer parte dos nossos hábitos. Um ato de compaixão por semana é muito? É muito para fazer o bem. Para a humanidade, para a mentalidade das pessoas e para você mesmo.

O QUE VOCÊ FARÁ ESSA SEMANA?

Por falar nisso, uma ótima semana a todos!