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quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

SARUMAN, o branco


Vivemos em um mundo totalmente acelerado, onde as coisas acontecem mais cedo, a tecnologia avança a cada segundo e quando olhamos para traz nos damos conta de quanto o tempo passou e de quanto estamos mais velhos!

SIM! MAS E DAÍ?

O tempo passou ok! Mas velho? Eu?

Pelo menos algumas pessoas não enxergam problema nenhum em envelhecer!

Perguntem para o Senhor Christopher Lee o que ele acha da idade avançada ou como diriam os brasileiros “a melhor idade”.

Ele dirá com certeza que se sente bem assim. Bem o suficiente, inclusive, para lançar um CD aos, bem vividos, 87 anos de idade. Até ai está tudo bem, muitos artistas lançam trabalhos aos 87 anos, porém, o eternizado “Mago Saruman” de Senhor dos Anéis, pretende lançar um CD de (pasmem) Heavy Metal!

Sir Christopher Lee, ator inigualável imortalizado nas telas pelos personagens como Drácula, Frankstein, Saruman e teve participação na Série Star Wars, resolveu tomar rumos pela música e já que é para gravar um cd, porque não optar pelo ritmo que mais gosta?

No dia 13 de junho de 2009, a rainha Elizabeth II, sabiamente, o concedeu o título de “Sir” agregando ainda mais a sua personalidade. E No dia 05 de janeiro de 2010, o ator inglês anunciou em um vídeo na internet que lançaria um álbum de metal sinfônico.

O tema do álbum será nada mais nada menos que, a vida e morte de Carlos Magno, primeiro imperador do sacro império Romano-Germânico, que viveu entre os séculos VIII e IX, e é ancestral direto do ator. Lee compartilhará seu vozeirão com alguns vocalistas ainda não confirmados (mas já dá pra tentar adivinhar) e uma orquestra sinfônica, também ainda não divulgada.

Existem vários personagens nesse disco. Carlos Magno é claro, mas também seu pai, seu irmão, até mesmo o Papa”, explica Lee.

Talvez seja surpresa para alguns essa incursão do Sir Lee na música, mas para alguns fãs de SMM (Speed Metal Melodic), isso não é novidade, já que podemos ouvir sua voz em vários trabalhos ao lado dos italianos da Raphosdy of Fire e também algumas narrações nos discos da Manowar. Ambos os trabalhos, Lee mostrou interesse em colaborar, portanto, nos dá a liberdade de pensar que o seu gosto pelo Heavy metal não é de hoje!

"CHARLEMAGNE: By The Sword and The Across", provavelmente será lançado na Europa dia 15 de março, as composições levarão a assinatura do italiano Marco Sabiu, que já compôs para Kelly Minogue, Luciano Pavarotti e Françoise Hardy. Já Marie-Claire Calvet, foi a responsável pelas letras que nos transportam de volta para a era da escuridão, letras fortes com base, história e muita hipnose.

Lee não planeja excursionar: Não na minha idade. Eu não acho que poderia fazê-lo. Eu simplesmente não poderia levantar e cantar essas músicas em uma apresentação ao vivo – minha voz com certeza seria afetada". Nota-se que ele preocupa-se apenas com a sua voz, afinal de contas, desde quando um mago precisa se preocupar com a saúde.

Vida longa “sir Christopher Lee; hip, hip uha”!!

E que venha o Cd, enquanto isso pode dar uma espiadela como ficou o trabalho

É só visitar o MySpace .

E como não poderia faltar eis o anúncio oficial da produção do álbum:




segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

CREED , a grande volta !!


Quando as pessoas a nossa volta mudam, o mundo muda! Quando mudamos, mudamos também o ambiente que nos rodeia e as pessoas incluídas nele. E foi essa mudança em pauta que trouxe o filho pródigo de volta pra velha casa que pertence.

O filho chama Scott Stapp e seu lar é e sempre foi o CREED, pois bem! Está ai a grande notícia o CREED está de volta à cena da arte, mídia e noticias.

Publicado no site JAM! MUSIC, o batera do CREED, Scott Phillips, revelou: “acredito que a banda tenha recebido uma segunda chance para seguir em frente”, Phillips diz acreditar que todos têm uma grande oportunidade de deixar todas as diferenças no pretérito e que eles têm uma grande oportunidade nas mãos, basta ter calma e completa:

-“Uma das melhores frases do Scott (Scott Stapp) diz: ‘ é raro se ter uma segunda chance na vida de se causar uma boa primeira impressão’. E acredito, certamente, que essa chance nos foi concedida, tanto pessoalmente quanto profissionalmente e tiraremos proveito disso. Certamente nos arrependemos por coisas que dissemos a imprensa e coisas que aconteceram antes, mas todos cometem erros” avalia Phillips.

Segundo o baterista da banda, a separação do CREED, em 2004, foi um processo que precisava acontecer e contribuiu muito para o amadurecimento de todos os integrantes. “É uma pena, mas precisava acontecer para fazer com que todos nós. Inclusive ele (Scott Stapp), nos tornasse pessoas bem diferentes do que éramos em 2002. todos nos crescemos, temos famílias agora e temos um melhor entendimento sobre o que é importante na vida e o que é superficial”, explica Phillips encerrando a entrevista.

Os rumores da grande volta rondavam as páginas de revistas e jornais desde o final de 2008, somente um ano depois, em agosto de 2009 o reencontro se realizou. Parece que essa volta já era esperada ou no mínimo, imaginada pelos integrantes, pois trabalharam forte e belamente em cima de um novo trabalho.

No dia 27 de outubro de 2009, chegava às prateleiras FULL CIRCLE, cheio de melodia, alegria e contemplando um peso especial, jamais visto antes no CREED. De certa forma, ouvindo o disco com muita atenção sente-se um peso a mais nesse novo trabalho, algo como um grito preso na garganta, uma batida mais forte na bateria e sem precisar comentar na guitarra do Tremonti (Mark Tremonti) que parece gritar bem mais alto dessa vez, o que deixa os fãs muito contentes.

Full Circle já chegou causando tumulto em forma de números, pois debutou na segunda posição da BILLBOARD 200 (os 200 mais vendidos nos EUA e CANADÁ), atrás somente de This Is It (há se o Michael Jackson não tivesse morrido).

No dia 25 de outubro de 2009, a banda realizou a gravação do seu DVD ao vivo em Houston, que foi transmitido ao vivo na integra em HD pelo site WWW.ROCKPIT.COM, entrando no site existe um spoiler da gravação do DVD.

No dia seguinte saiu um artigo divulgando que eles estarão entrando no livro dos recordes com “maior números de câmeras em um evento de música ao vivo”, já que contaram com a bagatela de 242 câmeras, algumas em formato orbital para proporcionar o famoso efeito matrix e incluindo várias aéreas que mostrarão o estádio por inteiro. Quem assinou o projeto foi a DC3 Music Group e foi dirigido pelo premiadíssimo Daniel E. Catullo III (Rush in Rio, Nickelback Live From Sturgis e o mais recente Alter Bridge Live From Amsterdam).

Parece que dessa vez é pra valer, contamos muito com isso, e para a alegria geral, em uma entrevista para o site da ROCkPIT, Scott Stapp e Tremonti, confirmaram uma tour mundial para divulgação do FULL CIRCLE que inclui EUA, EUROPA, AMERICA DO SUL, entre outros. É hora de se preparar, porque, pra quem nunca teve a oportunidade de ver CREED ao vivo, talvez essa seja a chance, e pense bem, pois esta pode ser a única!

Só pra ter certeza de que pensarão a respeito, fica um pequeno teaser do CREED LIVE AT HOUSTON










quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Medeski, Martin & Wood ...






Medeski,Martin & Wood (ou MMW) é um trio de Jazz formado em 1991, mas espera ai!! Não se trata de apenas mais um trio de jazz, suas presenças de palco e composições são sempre marcadas pelo inusitado, improviso e pela ótima harmonia musical, afinal estamos falando de : Jhon Medeski (teclado HAMMOND e Piano), Billy Martin (Bateria e percussão) e no baixo e contrabaixo Chris Wood, e aqui a brincadeira começa.
Eles recorrem a várias influências culturais e diversas tradições musicais, percorrendo um caminho harmônico do Funk ao Hip Hop, são conhecidos pelo estilo convencional, certas vezes até descrito como “avant-groove”. Indo do jazz experimental, passando pelo free jazz e pelo soul jazz, o trio faz uma mistura de sentimentos em forma de notas musicas que, com certeza, torna uma experiência singular a apreciação de cada música. Em algumas oportunidades, o Grande e mundialmente reconhecido, guitarrista John Scofield acompanhou-os em turnês e mesmo em discos em estúdios (vídeo), o que torna essa experiência, um pouco mais gostosa de vestir.

Os membros da banda foram apresentados pelo grande baterista de jazz Bob Moses, que já havia realizado trabalhos com Medeski e Wood, e foi instrutor de Martin. Sabendo o que tinha nas mãos quando instruiu Martin, Moses tomou a liberdade de colocar esses três mestres em um mesmo placo (obrigado Sr. Moses), Eis então que em 1991 estava formada a Medeski,Martin & Wood. A primeira vez que se apresentaram juntos em um palco, foi no Village Gate , um popular clube de jazz de New York.

Foi nessa ocasião Que Medeski deu-se conta que não é fácil tranportar pianos de cauda de um lugar para o outro, então ele teve a miraculosa idéia de trocar o piano de cauda por um órgão (“THE” órgão) HAMMOND, nesse momento não é preciso dizer que a mágica aconteceu! Surgiu então o primeiro disco da banda “Notes From the underground” é o grande registro de sua era totalmente acústica. Em todos os álbuns que vieram após o primeiro, revelam Medeski usando uma variedade de teclados e órgão diferentes, incluindo MELLOTRON, MELODICA e até um CLAVINET, mas ele nunca abriu mão do velho HAMMOND.

As performances ao vivo de Medeski,Martin & Wood são famosas por sua natureza exploratória e seus shows normalmente envolvem o público com prorrogadas improvisações, um aspecto de suas musicalidades que, raramente é documentada em gravações em estúdios.

Em 2008 o MMW lançou o álbum chamado “Let’s GO Everywhere”, direcionado diretamente para público entre 4 e 12 anos , isso mesmo. Mas teve muito marmanjo correndo para as lojas atrás desse disco. Os três instrumentistas nunca tiveram a intenção de subestimar a inteligência da garotada, pelo contrário, compreenderam que era importante mesclar harmonias e ritmos em sintonia com a atmosfera lúdica e cativante de personagens, contos, e travessuras do universo infantil. As canções brincam com o hip hop, rock, o velho blues e absorvem o avant-garde de Coltrane e alguns ritmos brasileiros como maracatu e o samba. O resultado não podia ser diferente, o disco explodiu em vendas nas prateleiras.

O fato mais perto do que chamamos de “popular”, foi quando a música “End of The World Party” (que dá nome ao disco á que pertence), foi eleita para a premiêr do seriado Grey’s Anatomy, e pode ser encontrada na trilha sonorado mesmo.

Bom, pra quem quiser curtir um pouco de música de qualidade , fica o vídeo ao vivo da música chamada: “Chicken Dog”, composição e execução de John Scofield e a participação do trio MMW , agora é só preparar aquela dose de Jack Daniel’s , soltar o play e se jogar no sofá.







quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

De Peoria para o Mundo


"Beautiful and strange”, é assim que abre o novo trabalho do MUDVAYNE. “Belo e estranho”, bem como as coisas da vida que conhecemos , nem tudo que é belo, é estranho, porém na maioria das vezes o “estranho” sempre nos atrai ou no mínimo causa certa curiosidade. Bom, é dessa maneira que os garotinhos de PEORIA, interior dos EUA,abrem o novo CD. O novo traballho do Mudvayne veio repleto de curiosidades, a primeira é que ele auto intitulado (MUDVAYNE), normalmente as bandas autonomeiam os primeiros trabalhos, esse já é o 5º álbum em estúdio da banda. Segunda curiosidade, toda arte do álbum, que será lançado dia 21 de dezembro, será impressa em tinta invisível sem auxilio das ondas primariamente ultravioleta da luz negra (ver vídeo). Terceira curiosidade é que, a capa do disco foi feita pelo renomado tatuador Paul Booth, que já estampou sua arte em membros do próprio Mudvayne e de bandas como Slayer, Sepultura, Pantera, Soulfly e Slipknot.

“Mudvayne” passa uma idéia de maturidade e um toque de “volta às origens”, muito bem trabalhado e foi identificado pelo baterista Matt McDonough como: “o melhor cd que a banda já gravou desde nosso segundo álbum, “The End Of all Things to Come”.

Nas prateleiras, o novo álbum, terá opções para todos os tamanhos de bolsos, uma edição JEWEL-CASE (o formato típico do CD), uma versão pacote com uma luz negra e uma super-edição luxo que contém uma luz negra maior e um pôster reagente a luz negra, entre outros.

O álbum foi produzido por Jeremy Parker, braço direito de Dave Fortman ( Slipknot e Evanescence), de acordo com Chad Gray “ Nos estivemos , tipo que , progredindo naturalmente” , disse ele à Noisecreep.” Pegamos compositores experientes que nos tornamos e misturamos com os não tão experientes que éramos... quer dizer , era de costume pegar umas 20 partes de composições diferentes , juntar-las e chamar de música. Com o tempo, tocando em uma banda você aprende a pensar em grupo,você já sabe o que esperar , que resultados você quer, não torna mais fácil , mas você aprende a criar expectativa de onde quer ir. Você consegue enxergar a luz no final do túnel , fraca , turva , mas está lá”

O álbum de estúdio que antecede “MUDVAYNE”, “THE NEW GAME”, vendeu mais de 200 mil cópias só nos EUA desde seu lançamento , em novembro de 2008, de acordo com Nielsen SoundScan ( sistema de informações que faz levantamento de vendas de músicas e vídeos produtos em todos os Estados Unidos e Canadá e serve como fonte de dados para a Billboard , para suas respectivas paradas musicais e de vendas). O cd vendeu 48 mil cópias nos EUA na primeira semana de lançamento e estreou na 15º posição da Billboard 200.

O playlist de “MUDVAYNE” é :

  1. "Beautiful and Strange" – 5:03
  2. "1000 Mile Journey" – 5:56
  3. "Scream With Me" – 2:52
  4. "Closer" – 3:21
  5. "Heard It All Before" – 6:05
  6. "I Can't Wait" – 3:03
  7. "Beyond the Pale" – 4:47
  8. "All Talk" – 2:52
  9. "Out to Pasture" – 5:47
  10. "Burn the Bridge" – 3:36
  11. "Dead Inside" – 4:55

Bom, agora é se deliciar com o novo trabalho e torcer que a nova tour passe por aqui!!