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segunda-feira, 1 de março de 2010

We are "The D"


Durante a evolução da nossa história, todos nos fomos testemunhas do surgimento de várias lendas urbanas, tais como:

- Elvis Presley foi abduzido;

- Bloody Mary é uma menina que se você falar “bloody Mary” na frente do espelho, ela o mata, e a única maneira de acabar com ela é colocando o espelho na frente dela;

- O porco espinho é capaz de lançar seus espinhos à distância;

- Matar sapos faz chover;

- Que se você for acampar nas montanhas geladas do norte dos EUA, e deixar o lugar cheio de lixo o Sasquatch, aparece para se vingar.

Opa! Sasquatch é uma lenda? Quem falou isso?

Bom pelo menos o Sr Jack Black acredita seriamente na existência do Sasquatch e que ninguém ouse discutir isso. Ok JB, você tem razão!

Falando em JB, este é uma pessoa que se pode chamar de “Show Man”, mas nao estamos aqui para falar somente de Jack Black. Vamos comentar sobre a banda TENACIOUS D.

THE “D” é uma banda californiana formada principalmente por Jack Black (JB) & Kyle Gass (KG), normalmente quando excursiona, a banda convida artistas para fazer parte dos shows.

Tudo começou em 1989 em Edimburgo na Escócia durante o EDINBURGH FRIGE (conhecido como maior festival de artes da Escócia), momento em que ambos faziam parte da Los Angeles Actor’s Gang (trupe de teatro de L.A.). Inicialmente houve animosidade entre JB e KG porque Gass se sentiu intimidado por Black que era o músico principal do grupo na época.

Duas genialidades artísticas não poderiam dividir o mesmo palco! Era o que eles pensavam, porém, depois de algumas cervejas e uma boa conversa, diferenças ficaram de lado e deram lugar à simpatia que veio acompanhada de uma forte amizade mais tarde.

Agora que já são amigos, que tal um acordo? Ok!

Gass ensinou JB a tocar violão e em troca, JB ajudava Gass com os textos e técnicas de atuação, e ai entre um ensaio da peça e uma aula de violão vieram à tona a idéia de montar uma banda. No começo faziam apresentações com covers, principalmente de composições de Bob Mcferrin (grande nome do Jazz e Erudita compôs “Don’t worry, Be happy”). Até 1993 o grupo ainda não tinha um nome apenas idéias de como se chamaria a banda, porém, quando surgiu a oportunidade de se apresentar no (extinto)

“AL’s Bar”, eles nem cogitaram a idéia de recusar, no entanto, a banda teria que ter um nome.

Começam as especulações a respeito do possível nome da banda:

1º “PETS or MEAT”? Não!

2º “Balboa’s Biblical Theater”? Também não!

3º “The Axe Lords Featuring Gorgazon’s Mischief”? (preferido de Gass) Mas também não, é muito grande!

Então se lembraram da expressão usada pelo narrador esportivo Mary Albert, para descrever um robusto posicionamento defensivo no basquete, “this defense was The Tenacious D!”

É verdade que essa não foi à escolha por maioria de votos, mas sofreu forte influência de David Cross, que mais tarde elencou Jack Black em seu seriado de TV “Mr. Show”.

Agora a Tenacious D tinha nome, e mal sabiam JB & KG, o quanto esse nome teria força. Cross e o escritor do “Mr. Show” continuaram a idéia de projeto do seriado “The Tenacious D” foram feitos três episódios, porém, só o primeiro foi ao ar naquele ano(1997).

Segundo KG, a série tornou-se inviável após a HBO solicitar um total de dez episódios, o que faria com que JB E KG deixassem a posições de produtores executivos e dedicassem somente a escrever músicas e roteiros dos episódios. Decidiram fazer um filme no lugar da seqüência do seriado, embora tivessem produzido seis episódios até a data. Os episódios prontos foram ao ar pela HBO e JB & KG ganharam estradas com show pela banda Tenacious D. Em um show no “VIPER ROOM”, eles conheceram David Grohl, que para a surpresa deles, falou que os admirava pela qualidade musical que eles exerciam ao tocar. Isso garantiu a aparição deles no vídeo de “Learn to fly” do Foo Fighters. A banda ganhou mais reconhecimento ao abrir show para grandes artistas da cena musical do rock incluindo Beck, Pearl Jam e o próprio Foo Fighters.

Em maio de 2000 o “The D” assinou contrato com a Epic Records e começou a trabalhar na produção do primeiro álbum.

Em 2001 foi lançado então o “Tenacious D”, álbum auto-intitulado que garantiu à banda a posição número trinta e três na Billboard 200 (os 200 mais vendidos nos EUA e Canadá). Quando pensamos na The D, lembramos de uma banda composta por uma dupla Jack Black (voz e violão) e Kyle Gass (vocal e violão),porém, o álbum foi apoiado por uma banda composta por David Grohl (batera e violão), Page McConnell ( teclado ) , Warren Fitzgerald ( guitarra) e Shane Steve Mcdonald ( baixo). De acordo com JB, eles optaram por uma banda porque, seria inovador “ninguém nunca nos ouviu como uma banda”, fala JB em entrevista.

Embora a variada reação da crítica em relação às letras, o álbum alcança status de platina em novembro de 2005

Em outubro de 2003 JB anuncia que o roteiro de “The pick of Destiny”, estava pronto. Segundo a dupla, o filme seria uma biografia da banda em tons de comédia. O filme teria começado a ser filmado no final de 2003, porém, atrasou quase um ano por conta do convite que o diretor Peter Jackson fez a JB para participar das filmagens do remake de King Kong.

Logo após King Kong, recomeçaram os trabalhos para o filme e a trilha sonora de “The Pick of Destiny”, que contou novamente com a presença de David Grohl na bateria e no vocal em “Beelzeboss (The Final Showdown), bem como a atuação no filme na pele do Satanás.

Muitos convidados especiais fizeram parte do filme, entre eles alguns ídolos da dupla como Ronnie James Dio (ex- Black Sabbath), David Grohl (foo fighters), Meat Loaf e Ben Stiller. Para coincidir as datas de lançamento do filme e a trilha sonora, a Tenacious D, saiu em turnê mundial de divulgação em 2006-07. Partiram dos EUA em direção ao Canadá, Reino Unido, Austrália e Nova Zelândia. Ao contrário de outros passeios, esse apresentou uma banda com uma frente sólida, contando com John Konesky na guitarra, John Spiker no baixo e Brooks Wackeman na bateria, e essa é formação atual. Após o filme cada um deles assumiu um pseudônimo: Konesky como o anticristo, Spiker como Charlie Chaplin e Wackeman como Colonel Sanders. Jason Reed também se juntou a trupe e interpreta o satanás nos shows.

Sátira, comédia, protesto e evocações de clichês do Heavy metal todos esses itens juntos com a qualidade musical, fazem da Tenacious D um grande ícone do show bussines

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Como diria JB: “...you are the devil; we are the “D”...”





sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Ferramenta certa para escândalos !


10 000 dias de lacrimosidade, psicodelismo, progressive metal, satanismo e sexo! Essa é a vida dos californianos da TOOL, ou pelo menos é assim que seus fãs os enxergam

Prólogo:

A TOOL surgiu em 1990 em Los Angeles, no momento em que Maynard James Keenan (vocal), aluno da Kendall College of Art & Design, conhece Adam Jones (guitarra), técnico em efeitos especiais da Stam Winston (Studio responsável por dar forma aos nossos conhecidos amigos Aliens da série de filmes com o mesmo nome, aos Aliens dos filmes predador, entre outros famosos). Depois de algumas trocas de palavras, Maynard e Jones, descobrem que tem algo mais em comum além do fascínio pela arte contemporânea: A MÚSICA!

Logo começam a compor juntos e começam a chamar músicos para ensaiar as composições na esperança de que, num ensaio qualquer desses, brote a formação de uma banda, até esse momento, ainda sem nome. Nessa época eles usavam o estúdio pessoal de ensaios de Danny Carey (Bateria), vizinho de Maynard e amigo de Jones. Danny foi apresentado a Jones por Tom Morello (guitarrista do Rage Against the Machines, atual Audioslave), com quem Jones já havia tocado em uma banda chamada Eletric Sheep. Com indicação de Morello, Danny se ofereceu pra tocar bateria Com Maynard e Jones, que ao mesmo tempo sentia pena dos dois por não acharem ninguém para tocar (todos aqueles que eram chamados pra ensaiar nunca voltavam ou nem mesmo compareciam).

Quando Paul D’mour mudou-se para L.A., para trabalhar no meio cinematográfico, Jones estava em estúdio trabalhando com os efeitos especiais de TERMINATOR II. Paul já havia, meio que desistido da música quando Jones o convidou para ser o baixista da banda. A grande curiosidade é que Paul estava sempre de mau humor, o que se tornou perfeito para o estilo musical que a banda estava querendo vestir. Paul era a “ferramenta” que faltava para o trio se tornar uma banda. Ops! Eu falei ferramenta? Ha! Claro, depois de especularem a idéia de a banda chamar-se TOOLSHED eles resolveram acolher a alcunha de, simplesmente, TOOL pelo fato de querer que sua música fosse uma “ferramenta” para a melhor compreensão da “Lacrimologia”, a “ciência do choro”, como terapia, que consiste em evoluir explorando a dor física e emocional. Uffaaa, haja lágrimas pra tanto choro!

Capitulo I – lacrimosidade e sexo

Mesmo sendo uma banda de alternative/progressive metal e incomum, TOOL ganhou paradas de sucesso, em parte pelas polêmicas e parte por seus clipes, obras lapidadas a esmo e elevadas ao nível de “curtas-metragens”. Já em 1992 surge um EP chamado Opiate que seria o quintal do primeiro disco em estúdio denominado UNDERTOW (1993), que chegam as lojas causando euforia e escândalo. Até agora estamos falando somente da capa do disco, nem vamos entrar no mérito das letras.

Também pudera a primeira versão com capa censurada de UNDERTOW (a maioria das lojas trocou a capa e contracapa por um código de barras gigante) trazia em sua frente uma escultura de Jones em forma de caixa torácica exposta, com costelas em forma de tentáculos. A parte traseira interior do encarte ainda trazia uma mulher extremamente obesa nua sozinha, e outra foto da mesma mulher com um homem nu sobre ela. Em edição não censurada, existem também fotos de uma vaca lambendo suas genitálias e um porco empalado por vários garfos. Como a arte do álbum sugere, UNDERTOW é um trabalho extremamente cru com nuances mais melódicas e densas com músicas chegando a cinco minutos em média.

Capitulo II – Satanismo e MTV

Com a chegada do Ænima as lojas em 1996, as turnês e as especulações de que a banda era adepta ao satanismo aumentam sua popularidade a cada show. De qualquer forma a banda não se acha incomodada com isso, por que eles queriam mesmo que as pessoas ficassem excitadas e perturbadas com a sua música. Durante o processo das gravações do Ænima Paul (baixo) anuncia a saída da banda para dar segmento aos seus projetos particulares (acho que ele ficou com medo, hehehe) e dá lugar para Justin Chancellor.

Álbum pronto, os shows estão a mil por hora, o número de fãs aumentando, mas está na hora de mais um escândalo: é quando fica pronto o primeiro clip da música de trabalho chamada “Stinkfist”. Claro, de cara rejeitado pela MTV que alegou o título da música impróprio e ofensivo, por fazer alegoria á uma pratica sexual chamada “anal fisting”. Depois de muitos protestos por parte dos fãs, a emissora começou a exibir o vídeo com o titulo “TRACK #1”

Não é só isso, tem mais: Ænima é um álbum repleto de mensagens subliminares, em quase todas as faixas, ou entre as faixas, Maynard está sussurrando algo na maioria, ininteligível e algumas vinhetas como “Die Eier Von Satan" (discurso em alemão em teor de exaltação, mas que na tradução não passa de uma receita de biscoito cookie). Sendo a capa de Ænima repleta de design gráfico e primorosas holografias satúrnicas, rendeu à banda, um prêmio por “melhor embalagem de álbum” no GRAMMY de 1996. Ainda foi incluída na categoria de “melhor vídeo clip e curta-metragem” por Stinkfist (que ironia)

Capitulo III – 10 000 Days

Depois de encerrada a turnê do álbum LATERALUS (2003 – não menos polêmico também, questionando motivos religiosos católicos) que rendeu vários prêmios a banda inclusive mais um GRAMMY, é chegada à hora de “10 000 DAYS”.

O quarto álbum em estúdio da banda chega às prateleiras em maio de 2006 com a arte gráfica da capa assinada por Alex Grey (mesmo de LATERALUS), e traz a tona toda tendência progressiva da banda, deixando os fãs em dúvida entre qual das obras mais personifica a grande obra-prima da TOOL.

A faixa que abre o álbum chama “Vicarious” e tem uma composição totalmente envolvente por parte da melodia, como se fosse uma progressão retratada da carreira da banda ,sem deixar de ser criativa, com guitarras explosivas e riffs dinâmicos alternados alucinadamente. “Wings for Marie” (wings PT. 1), composta em duas etapas, feita por Maynard devido à morte de sua mãe. Em uma entrevista Maynard explicou que sua mãe sofria de uma paralisia parcial do corpo enquanto viva, e que o período de duração entre a paralisia e a sua morte foi de exatamente vinte e sete anos, ou seja, 10 000 dias ( 10 000 days – wings PT 2)

Capitulo IV – The End

Atualmente a banda excursiona para divulgação de 10 000 days, recentemente pelo site

NOISECREEP, Maynard conduziu uma entrevista em que ele cita:

"Eu faço o que sinto ser certo e não estou preso em nenhum tipo de contrato" diz ele

"Nossos objetivos, em geral, seja com TOOL, a produção de vinho [o cantor é dono das vinícolas Caduceus Cellars] ou o PUSCIFER (projeto lateral que ele participa), não têm nada a ver com os de bandas mais corporativas e manufaturadas, nem são os mesmos daquele show... como é o nome? Onde você compete para ser o melhor cantor?” (referindo-se ao “American Idol”).

"Nós não estamos tentando ser o projeto mais homogeneizado, seguro ou acessível. Nós só estamos fazendo um trabalho como artistas de observar, interpretar e reportar, que não são as metas básicas estabelecidas para... eu não quero chamá-los de artistas. Talvez eles sejam produtos? Talvez eles queiram ser artistas em seus corações, mas os objetivos são diferentes." Completa Maynard !

Como de costume, fica um clip pra ilustrar a obra da TOOL, deixo o premiadíssimo e polêmico “STINKFIST”...

THE END





quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

SARUMAN, o branco


Vivemos em um mundo totalmente acelerado, onde as coisas acontecem mais cedo, a tecnologia avança a cada segundo e quando olhamos para traz nos damos conta de quanto o tempo passou e de quanto estamos mais velhos!

SIM! MAS E DAÍ?

O tempo passou ok! Mas velho? Eu?

Pelo menos algumas pessoas não enxergam problema nenhum em envelhecer!

Perguntem para o Senhor Christopher Lee o que ele acha da idade avançada ou como diriam os brasileiros “a melhor idade”.

Ele dirá com certeza que se sente bem assim. Bem o suficiente, inclusive, para lançar um CD aos, bem vividos, 87 anos de idade. Até ai está tudo bem, muitos artistas lançam trabalhos aos 87 anos, porém, o eternizado “Mago Saruman” de Senhor dos Anéis, pretende lançar um CD de (pasmem) Heavy Metal!

Sir Christopher Lee, ator inigualável imortalizado nas telas pelos personagens como Drácula, Frankstein, Saruman e teve participação na Série Star Wars, resolveu tomar rumos pela música e já que é para gravar um cd, porque não optar pelo ritmo que mais gosta?

No dia 13 de junho de 2009, a rainha Elizabeth II, sabiamente, o concedeu o título de “Sir” agregando ainda mais a sua personalidade. E No dia 05 de janeiro de 2010, o ator inglês anunciou em um vídeo na internet que lançaria um álbum de metal sinfônico.

O tema do álbum será nada mais nada menos que, a vida e morte de Carlos Magno, primeiro imperador do sacro império Romano-Germânico, que viveu entre os séculos VIII e IX, e é ancestral direto do ator. Lee compartilhará seu vozeirão com alguns vocalistas ainda não confirmados (mas já dá pra tentar adivinhar) e uma orquestra sinfônica, também ainda não divulgada.

“Existem vários personagens nesse disco. Carlos Magno é claro, mas também seu pai, seu irmão, até mesmo o Papa”, explica Lee.

Talvez seja surpresa para alguns essa incursão do Sir Lee na música, mas para alguns fãs de SMM (Speed Metal Melodic), isso não é novidade, já que podemos ouvir sua voz em vários trabalhos ao lado dos italianos da Raphosdy of Fire e também algumas narrações nos discos da Manowar. Ambos os trabalhos, Lee mostrou interesse em colaborar, portanto, nos dá a liberdade de pensar que o seu gosto pelo Heavy metal não é de hoje!

"CHARLEMAGNE: By The Sword and The Across", provavelmente será lançado na Europa dia 15 de março, as composições levarão a assinatura do italiano Marco Sabiu, que já compôs para Kelly Minogue, Luciano Pavarotti e Françoise Hardy. Já Marie-Claire Calvet, foi a responsável pelas letras que nos transportam de volta para a era da escuridão, letras fortes com base, história e muita hipnose.

Lee não planeja excursionar: “Não na minha idade. Eu não acho que poderia fazê-lo. Eu simplesmente não poderia levantar e cantar essas músicas em uma apresentação ao vivo – minha voz com certeza seria afetada". Nota-se que ele preocupa-se apenas com a sua voz, afinal de contas, desde quando um mago precisa se preocupar com a saúde.

Vida longa “sir Christopher Lee; hip, hip uha”!!

E que venha o Cd, enquanto isso pode dar uma espiadela como ficou o trabalho

É só visitar o MySpace .

E como não poderia faltar eis o anúncio oficial da produção do álbum:




segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

CREED , a grande volta !!


Quando as pessoas a nossa volta mudam, o mundo muda! Quando mudamos, mudamos também o ambiente que nos rodeia e as pessoas incluídas nele. E foi essa mudança em pauta que trouxe o filho pródigo de volta pra velha casa que pertence.

O filho chama Scott Stapp e seu lar é e sempre foi o CREED, pois bem! Está ai a grande notícia o CREED está de volta à cena da arte, mídia e noticias.

Publicado no site JAM! MUSIC, o batera do CREED, Scott Phillips, revelou: “acredito que a banda tenha recebido uma segunda chance para seguir em frente”, Phillips diz acreditar que todos têm uma grande oportunidade de deixar todas as diferenças no pretérito e que eles têm uma grande oportunidade nas mãos, basta ter calma e completa:

-“Uma das melhores frases do Scott (Scott Stapp) diz: ‘ é raro se ter uma segunda chance na vida de se causar uma boa primeira impressão’. E acredito, certamente, que essa chance nos foi concedida, tanto pessoalmente quanto profissionalmente e tiraremos proveito disso. Certamente nos arrependemos por coisas que dissemos a imprensa e coisas que aconteceram antes, mas todos cometem erros” avalia Phillips.

Segundo o baterista da banda, a separação do CREED, em 2004, foi um processo que precisava acontecer e contribuiu muito para o amadurecimento de todos os integrantes. “É uma pena, mas precisava acontecer para fazer com que todos nós. Inclusive ele (Scott Stapp), nos tornasse pessoas bem diferentes do que éramos em 2002. todos nos crescemos, temos famílias agora e temos um melhor entendimento sobre o que é importante na vida e o que é superficial”, explica Phillips encerrando a entrevista.

Os rumores da grande volta rondavam as páginas de revistas e jornais desde o final de 2008, somente um ano depois, em agosto de 2009 o reencontro se realizou. Parece que essa volta já era esperada ou no mínimo, imaginada pelos integrantes, pois trabalharam forte e belamente em cima de um novo trabalho.

No dia 27 de outubro de 2009, chegava às prateleiras FULL CIRCLE, cheio de melodia, alegria e contemplando um peso especial, jamais visto antes no CREED. De certa forma, ouvindo o disco com muita atenção sente-se um peso a mais nesse novo trabalho, algo como um grito preso na garganta, uma batida mais forte na bateria e sem precisar comentar na guitarra do Tremonti (Mark Tremonti) que parece gritar bem mais alto dessa vez, o que deixa os fãs muito contentes.

Full Circle já chegou causando tumulto em forma de números, pois debutou na segunda posição da BILLBOARD 200 (os 200 mais vendidos nos EUA e CANADÁ), atrás somente de This Is It (há se o Michael Jackson não tivesse morrido).

No dia 25 de outubro de 2009, a banda realizou a gravação do seu DVD ao vivo em Houston, que foi transmitido ao vivo na integra em HD pelo site WWW.ROCKPIT.COM, entrando no site existe um spoiler da gravação do DVD.

No dia seguinte saiu um artigo divulgando que eles estarão entrando no livro dos recordes com “maior números de câmeras em um evento de música ao vivo”, já que contaram com a bagatela de 242 câmeras, algumas em formato orbital para proporcionar o famoso efeito matrix e incluindo várias aéreas que mostrarão o estádio por inteiro. Quem assinou o projeto foi a DC3 Music Group e foi dirigido pelo premiadíssimo Daniel E. Catullo III (Rush in Rio, Nickelback Live From Sturgis e o mais recente Alter Bridge Live From Amsterdam).

Parece que dessa vez é pra valer, contamos muito com isso, e para a alegria geral, em uma entrevista para o site da ROCkPIT, Scott Stapp e Tremonti, confirmaram uma tour mundial para divulgação do FULL CIRCLE que inclui EUA, EUROPA, AMERICA DO SUL, entre outros. É hora de se preparar, porque, pra quem nunca teve a oportunidade de ver CREED ao vivo, talvez essa seja a chance, e pense bem, pois esta pode ser a única!

Só pra ter certeza de que pensarão a respeito, fica um pequeno teaser do CREED LIVE AT HOUSTON